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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

“QUEM NÃO VEM PELO AMOR, VEM PELA DOR.”



“QUEM NÃO VEM PELO AMOR, VEM PELA DOR.”

Por Alexandre Cumino


Esta é uma das frases mais ouvidas dentro de um Templo* de Umbanda, no entanto poucos conseguem entender sua profundidade.


“Vir pelo amor” é fácil de entender, vêm pelo amor para a Umbanda todos aqueles que se apaixonam pela Umbanda, que se encantam pela religião, que se identificam de imediato e sem a necessidade de nenhuma explicação racional simplesmente querem ser e estar na Umbanda. Não é difícil se encantar pela Umbanda ela é algo fascinante para a maioria dos praticantes. Sagrada e divina ela é ao mesmo tempo ciência e magia, religião e espiritualidade, mediunidade e xamanismo, experiência e filosofia, mística e ritual, natural e humana, selvagem e urbana, arte e amor, tudo isso e muito, mas, muuuito mais ao mesmo tempo.

“Vir pela dor” já é algo que merece uma melhor reflexão: Vêm pela dor aqueles que buscam um sentido para a vida, aqueles que estão vivendo um vazio existencial. Vêm pela dor tantos que procuram a cura para suas dores físicas, morais, emocionais e espirituais. Chegam na Umbanda todos os dias pessoas que já procuraram a solução para seus mais diversos problemas em todos os outros lugares como médicos, psicólogos, terapeutas, padres, pastores, xamãs, benzedores, cartomantes e etc. E muitas vezes a Umbanda mostra apenas que a solução ou a cura é algo que está dentro de você e que não adianta continuar procurando fora o que está dentro.


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