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Textos psicografados, romance, Umbanda, Espiritismo compõem a tônica do A Alma das Coisas.
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Annapon ( escritora e blogueira )

Romance Mediúnico

A Missão das Quatro Estações

Olá amigos leitores do "A Alma das Coisas"! O blog está com uma novidade, romance mediúnico totalmente gratuito. Esse é mai...

sábado, 27 de abril de 2013

SÃO CIPRIANO




SÃO CIPRIANO

Venerado pela igreja, adorado pelos feiticeiros, respeitado pelos magos…
São Cipriano, bispo de Antioquia, passou para a história co­mo um már­tir e ganhou a fama co­mo o mago mais conhe­cido do mundo.
Nascido no século III d.C., segundo a len­da, ele logo entrou para a irmandade dos magos depois de uma estadia entre os persas.
Na sa­grada terra do culto do fogo, ele aprendeu as ar­tes adivinhatórias e in­vocatórias.
Os ances­trais espíritos e gênios eram conhecidos por Ci­priano, que mantinha con­tato fre­qüente com o Mundo Invisível.
Voltando para sua cidade natal, Ci­priano começou exercer sua ren­tável pro­fissão.
Logo adquiriu fama e era pro­cu­ra­do por nobres, comerciantes e guer­rei­ros.Certo dia um cavalheiro apaixo­nado pe­diu um feitiço amoroso, um “filtrum”, co­mo chamamos em magia natural.
O al­vo era a bela e jovem Justina, nobre vir­­gem cobiçada por muitos ricos senho­res.
Justina havia sido recentemente con­ver­tida a uma nova e estranha religião…
Seus seguidores adoravam um judeu cru­cificado da Palestina que tinha feito muitas curas e profecias.
Aos olhos dos antio­que­nos isso era até engraçado.
Por que adorar um homem, se existiam tantos deu­ses e gênios?
Cipriano preparou um filtrum e nada acon­­teceu.
O cavalheiro apaixonado re­cla­­mou e exigiu o dinheiro de volta.
Nosso mago, muito contrariado e não acostu­ma­­do a falhar, refez a poção e adicionou um conjuro especial.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

NÃO COLOQUE A CULPA NO OBSESSOR!



O que pode nos causar tantos problemas?

por: Bruno J. Gimenes

Na grande maioria das vezes, é comum uma pessoa se motivar em buscar sua espiritualidade porque experimenta um período de calamidades emocionais, crises financeiras e existenciais. As portas do mundo parecem fechadas para ela, e realmente é possível que estejam mesmo. São momentos em que tudo dá errado, mas muito errado mesmo, a ponto de todos ao redor sentirem pena. Nesse instante não dá realmente para ignorar que tem algo estranho acontecendo. Além disso, muitas vezes o indivíduo adoece, sendo acometido por dores fortes e outras complicações físicas. Literalmente, o mundo caiu.

O que está acontecendo?

Na verdade, o mundo caiu mesmo porque foi construído ao longo da vida sem alicerce firme, e agora a pessoa está colhendo o que plantou.

Nesses momentos, a pessoa recorre a tudo que ela já tenha ouvido falar, procurando ajuda para renascer e sair dessa lama que sua vida se tornou. No desespero, inicia uma caminhada louca em busca de amenizar a dor e o sofrimento, muitas vezes sem medir as consequências. É comum a procura por milagres, milagreiros, gurus.

Não estou aqui desvalorizando a figura de tantas pessoas que existem nesse mundo, que estão ensinando, ajudando, se portando como verdadeiros mestres, que ajudam as pessoas a se entenderem em seus aprendizados. No Brasil e no mundo, existem milhares de seres bem intencionados, preparados, dedicados e verdadeiramente especiais, pois sem eles a situação do Planeta seria ainda pior.

Refiro-me ao fato de que quando a pessoa mergulha em um desespero, ela cria a tendência sempre de colocar a culpa no outro. Então, naturalmente ela também vai achar que a solução de seus problemas está com alguém externo e esse comportamento é condizente com quem está fora do eixo.

Nessa busca por amenizar a dor, é comum as pessoas buscarem igrejas, templos, religiões e filosofias que atribuem a causa de tanta desgraça, crises e problemas à presença de seres desencarnados chamados de obsessores ou encostos.

É claro que a influência produzida por espíritos desencarnados e desequilibrados é nociva! Porém, quero evidenciar que a culpa não é do encosto, do obsessor, do demônio ou sei lá de quem. A pessoa, por seu comportamento, seu padrão emocional e mental, a sua conduta de vida, moral, ética é que repele ou atrai tais influências.

Considero que a ajuda às pessoas que sofrem esse tipo de influência seja necessária e que as energias intrusas precisam ser removidas para que a pessoa viva feliz, mesmo porque, muitas vezes, sem ajuda externa ela não consegue se libertar sozinha. Só que atribuir toda a culpa de um fracasso atual para um "coitado" de um obsessor, puxa vida, aí é injustiça!

Pergunte-se em primeiro lugar: O que eu fiz para atrair esse tipo de influência? Por que eu estabeleci essa afinidade? Onde eu errei? O que preciso mudar para isso não acontecer mais?

Bingo!!! É disso que estamos falando! A ajuda externa é importante sim, mas não vai adiantar nada se você não mudar a sua maneira antiga de pensar, e isso dá trabalho, requer empenho e dedicação.

Quantas pessoas se dizem obsidiadas, vão às suas igrejas fazer descarregos, limpezas, purificações, desobsessões, no entanto depois que voltam para casa, brigam com seus cônjuges, cultivam mágoa, ódio, consomem álcool, cigarros, etc e não mudam nada em seus comportamentos. E daí, o que será que acontece depois?

Não demora nada e a influência espiritual se forma outra vez. Isso tudo sabe por quê?

Porque a única diferença que existe entre uma pessoa e seu obsessor é que um está vivo e outro não, só isso. Estão sintonizados pelo padrão de pensamentos, pelos vícios compatíveis, emoções densas, etc. Desobsessão simples, sem grandes doses de consciência, dificulta a evolução de qualquer ser.

Quando a pessoa se purifica e se eleva, a afinidade com esses seres se desfaz. Com o padrão psíquico melhorando, passamos a atrair seres espirituais com intenções muito mais elevadas, se configurando nesse caso como uma bênção e não uma influência negativa.

Bruno J. Gimenes

Professor e palestrante, atua desde 2003 ministrando cursos e palestras pelo Brasil. Sua especialidade é o desenvolvimento da consciência com bases no desenvolvimento da espiritualidade e na missão de cada um. Autor de 6 livros. Criador da Fitoenergética e co-fundador do Luz da Serra.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Ogun Beira Mar e Ogun Matinata...



Dois Cavaleiros e uma só história!


Esses dois emissários de São Jorge, viveram, lutaram e morreram juntos. Foram criados desde crianças para a luta. Confiaram sua vida a Deus e a serviço da humanidade. Defenderam a Terra Santa e a Santa Madre Igreja. Morreram lado a lado, lutando por justiça e por honra. A história que vou narrar, transcrevo-a exatamente como ouvi do Senhor Ogun Beira Mar:
"Eu nasci no ano de 1268 de Nosso Senhor Jesus Cristo. Meu amigo e companheiro de jornada, Senhor Matinata, nasceu um pouco antes, em 1257, na região que hoje se chama San Vicenzo, na Itália. Seu nome era Guido Franciesco. Meu nascimento ocorreu em território gaulês, hoje ocupado pela França e meu nome era Olave de Gusttave.
Apesar da diferença de idade, nos dávamos muito bem. Éramos inseparáveis e sempre lutávamos lado a lado, nos campos de batalha. Dedicamos nossa vida a defender a Igreja e cada um foi designado para servir em uma Ordem. Ele foi destacado para servir a Ordem Soberana e Militar Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta e se tornou um Hospitalário. Eu fui destacado para a Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão e tornei-me um Templário.
Dedicamos nossa vida a defender a Santa Madre Igreja, as Terras Santas de Jerusalém e os peregrinos cristãos. Fomos treinados desde os 7 anos, fizemos votos de pobreza e castidade; éramos monges guerreiros. Porém, fomos traídos pela própria Igreja, acusados de heresia e de esconder tesouros no Convento da Ordem. Sabíamos que era um golpe militar para extinguir a ordem.
Eu estava no Convento de Jerusalém, quando fomos atacados pelos soldados do rei. Guido estava a serviço dos Hospitalários e passava um tempo no convento. Estávamos em número reduzido, mesmo assim lutamos. Alguns conseguiram fugir para contar sua história, outros morreram ali mesmo. Eu fui decapitado, juntamente com meu amigo Guido. Nossa morte ocorreu no ano de 1303. Poucos anos depois a Ordem dos Templários estava extinta e a dos Hospitalários permaneceu por possuir diferentes interesses.
Eu tornei-me um Cavaleiro de São Jorge, servindo a Virgem Maria e a São Miguel Arcanjo e Guido passou a servir São Jorge, São Thiago e São João Batista. Recebi a insígnia de Cavaleiro de Ogun e meu nome tornou-se Beira Mar. Guido recebeu a mesma insígnia, mas seu nome tornou-se Matinata. Atuamos em campos diferentes do Plano Espiritual, porém, permanecemos no mesmo ideal de servir a Cristo Jesus e a nossa Amada Mãe Maria. Podemos nos deslocar no tempo e no espaço e, assim, atuar em locais distantes e desconhecidos."


Fonte: Umbanda em Paz - blog -


Atenção!

Vale lembrar que a história acima se refere a dois dos muitos Beira-Mar e Mattinata. De qualquer forma nos traz uma ideia da atuação dessas entidades, da imensa falange de Ogum que reúne um verdadeiro exercito de espíritos que tem, cada um, a sua função e história.

Annapon

sábado, 6 de abril de 2013

ENSINAMENTO BÁSICO - MEDICINA NATIVA






ENSINAMENTO BÁSICO - MEDICINA NATIVA

O ensino básico da medicina nativa é a crença de que ser humano tem origem cósmica, de que viemos para a Terra para aprendermos em muitas vidas, fazendo a viagem da alma.

Os nativos têm as dádivas psíquicas e as habilidades que são passadas de geração à geração, usando-as com respeito, sabedoria e conhecimento. O conceito que vigora no xamanismo é que ninguém se auto-inicia. A iniciação tem um fundamento nas bênçãos recebidas pelos instrutores que nos passam essa "autorização espiritual" para conduzirmos cerimônias. Isso é honrar o conhecimento e não usurpar, e nem banalizar o processo de iniciação espiritual.

Perante a sociedade atual em que vivemos é a mesma coisa. Não basta termos conhecimentos médicos. Se a sociedade não nos dá um diploma não podemos exercer a medicina. Não basta termos conhecimento sobre as emoções, se não recebermos um diploma, ou melhor, se não nos formarmos, poderemos ser conselheiros, mas não psicólogos. Tudo que é sério requer um ritual de passagem. Muitos buscadores percebem um pequeno FLASH de luz, achando que já estão iluminados, e depois percebem, com ocorrências na sua própria vida, o que é ilusão do poder.

As tradições, as escolas inciáticas, as religiões, as organizações, garantem que o trabalho do ego esteja dentro de uma unidade. Ou seja, não vai da cabeça de cada um que já se acha pronto, e sim após, passo a passo, após uma busca incansável e dedicação, obter a legitimidade dos seus instrutores, o conhecimento essencial para ser compartilhado, e a confiança na continuidade do trabalho espiritual. É assim nas Escolas Iniciáticas, nas artes marciais, nas escolas de formação educacional, nos esportes, na vida profissional.... Que ninguém se engane disso ! Alguns Mestres Espirituais já vieram prontos como Jesus, Buda, Lao Tsé....mas quantos pode se comparar ?Não é verdade ? A quem estamos servindo, realmente? A que leis obedecemos? De onde vem o discurso que envergarmos?

A Medicina da Terra é derivada de conhecimentos medicinais, passados pelos ancestrais, que são honrados por aqueles que recebem a iniciação. O guichê mais ultrapassado é aquele em que o iniciado tenta "matar " simbolicamente seu iniciador, ao invés de honrá-lo. Isso é enfraquecer a raiz pela qual ele foi formado, uma auto-sabotagem espiritual. O entendimento disso faz com que o discipulado crie conscientemente um movimento de infinidade que traz harmonia no resultado.

Quando percebemos a conexão Universal entre nós, e os que já caminharam sobre a Terra, compreendemos que todas as histórias fazem parte da nossa história. A consciência da conexão é vital ao aprendizado da convivência mútua. Ninguém triunfa sozinho. Todos temos a necessidade de nos conectar com algo fora de nós - com nossos companheiros de caminhada e com algo maior que nós todos. Mas, no Eterno agora, cada um de nós é diferente.

Os nativos explicam que somos uma haste fina e longa de milho com uma única espiga gigante na ponta. Se a cabeça crescer em demasia, a haste não conseguirá sustentá-la. O sistema educacional presta demasiada atenção as cabeças e nenhuma atenção as hastes. Mas, são as hastes que conduzem o espírito à cabeça.O Universo é permeado de inúmeras forças incrivelmente poderosas, que encerram um potencial tanto para o bem, como para o mal. Quando o equilíbrio entre o bem e o mal for perturbado, pessoas adoecem. A saúde mental é o alinhamento satisfatório entre cabeça - boca e coração.

A saúde mental prevalece quando o que expressamos pela boca, corresponde ao que acreditamos no coração e ao que fazemos no dia-a-dia, nosso caráter, o cumprimentos de nossas obrigações, viver a vida sem mentir.

No xamanismo, procuramos aprender com as vozes dos ancestrais, dos velhos, das tradições, das crenças. Esse aprendizado é básico para podermos traçar o mapa de nosso caminho, de acordo com o livre arbítrio.

O "conhecimento" é para todos , mas "sabedoria" é para alguns. Por isso, acho importante a divulgação do conhecimento, pois existe ainda uma minoria que se transforma através dele. É como um garimpo! Entre esses buscadores do conhecimento sempre sai uma pepita de ouro, que vai fazer o mundo mais brilhante. Por essas pepitas vale a pena. E, o coração do verdadeiro iniciado tem que se confortar com isso, pois sempre é a minoria.

Por outro lado existe um outro fenômeno. Algumas pessoas lançam-se à determinadas práticas, sem o devido conhecimento e sem as "bênçãos espirituais" Ou seja, ação sem conhecimento. O que pode ser mais problemático ainda.

Muitos iniciam a caminhada, mas poucos atingem as maiores alturas. E, não está limitada aos grandes sábios e santos, é disponível para todos nós em maior ou menor grau, dependendo da sinceridade com que a empreendemos. Sabedoria xamânica e poder, são sabedoria e e poder da Mãe Terra e, a cada criança da Mãe Terra, é dado um presente, algum poder especial.

O pensamento xamânico não é anarquista, é espiritual, é incondicional. Pois, sabemos que tudo acontece através de uma vontade soberana. E que cada evolução vem ao seu tempo. Não apressamos o rio, aprendermos a desenvolver a tolerância, a paciência. Não mudamos as forças do Universo, aprendemos a viajar nos ventos.

Amor - Paz e Luz !
Léo Artese



A Terra está viva




A Terra está viva


Os ciclos dos elementos nutritivos do solo e o movimentos das águas e dos oceanos comparam-se a circulação sanguínea.
A natureza tem a sua vida, com a suas diferentes manifestações, o bom tempo, a chuva, o nevoeiro, a neve.
As estações se sucedem – A Primavera, o Verão, o Outono e o Inverno – Todas as mudanças que elas provocam são uma linguagem que devemos aprender a decifrar.

Há o dia e a noite – A atividade e o repouso, há a vigília e o sono. O dia corresponde a consciência e a noite a subconciencia – o dia é a vigília e a noite é o sono – o dia é a atividade e a noite é a passividade. O dia é o dispêndio e a noite é a recuperação.

No outono e inverno, a natureza entra em repouso para recuperar forças a fim de que a primavera e o verão deem novos frutos. É por isso que nas árvores e nas plantas a atividade se desloca segundo as estações.
Durante o outono e inverno, o trabalho faz-se nas raízes e para no tronco e nos ramos. A árvore fica sem folhas, nem flores, nem frutos. Isso corresponde ao trabalho do subconsciente. Na primavera e verão a atividade sobe e situa-se mais acima, o que corresponde ao trabalho da consciência. Depois de novo a atividade descer;a e assim por diante.

Essa alternância acontece a cada mês. Durante 14 dias a lua cresce, é o dia -
Durante outros 14 dias a lua decresce, é a noite.
Quando a lua cresce, a atividade desloca-se para cima, para o cérebro, é os humanos é mais ativo e mais energico. Quando a lua decresce a atividade desloca-se para o ventre, para o estômago, para os orgãos sexuais. Nesta hora o homem não tem grande poder no cérebro . É mais sensual, quer comer mais, dormir mais.
Num mês são quinze dias de claridade e quinze dias de escuridão. Durante um dia também pode haver dia e noite, e por vezes até numa hora..

O Sol está ligado na nossa inteligência sob a forma de luz e nos nossos sentimentos sob a forma de amor. No nosso organismo é representado pelo coração, que é o centro de onde brita e se propaga o sangue para alimentar os órgãos, do mesmo modo que o sol alimenta os planetas.

O Criador começou pela noite : Houve uma noite e uma manhã : o primeiro dia
A noite prepara o dia. O dia em si não prepara nada, ele despende , gasta o que foi preparado e acumullado durante a noite.
As trevas representam a matéria inorganizada, o caos, o trabalho no subconsciente, antes de surgir algo na consciência sob a forma de luz, de compreensão de entendimento.

Quando entramos no subconsiente, como está ligado ao Cosmos, à imensidão, e representa o llado coletivo, entramos na vida universal, no oceano da vida universal.
Duirante o sono não temos vida individual, entramos na vida universal, na vida cosmica, fundimo-nos na imensidão, onde captamos forças para nos restabelermos.

As trevas precedem a luz. Mas na realidade não há escuriodão, existe uma luz astral que não aparece aos olhos dos físicos.
Pode-se dizer que a luz é filha da escuridão. Como uma criança no ventre de sua mão.

Essa alternância dia e noite nos ensina que devemos aprender a vivermos em dois mundos. Desenvolver o intelecto e o plano fisico e também o coração e a alma.

Dizer antes de adormecer : ‘”Senhor, faz-me compreender, conhecer e visitar os esplendores da tua Criação. “


A Terra era sagrada tanto como a fonte da vida tanto como o receptáculo dos mortos. Ela dá a vida a todas as coisas, sustenta-as e as recebe de novo em seu ventre.

No interior da caverna posso ver suas entranhas. Suas maravilhas.
A mãe Terra exala o sopro da vida, o qual nutre os organismos vivos em sua superfície. Se a pressão se acumula em seu interior ela arrota causando tremores na Terra. O s fluidos que correm por seu interior e as águas que jorram de suas nascentes são como o sangue. Dentro do seu corpo existem veias, algumas das quais contém líquidos, e outros fluidos solidificados, como betume, metais e minerais. Suas entranhas estão cheias de canais, câmaras de fogo e fissuras por onde o fogo e o calor são emitidos em exalações vulcânicas e fontes de água quente.


Xamanismo facebook

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Deuses brasileiros




Deuses brasileiros.

Sabemos tanto dos outros deuses (gregos, egípcios e romanos) que tenho até vergonha de dizer que muitos de nós ainda desconhecem alguns desses deuses da nossa cultura.

Tupã é o autor do trovão e dos relâmpagos, sendo o criador do raio, tal onipresença celeste confere a este um poder significativo na mitologia Tupinambá.

JACI, a formosa deusa Jaci, a Lua, a Rainha da Noite que traz suavidade e encanto para a vida dos homens.

No início de todas as coisas, Tupã criou o infinito cheio de beleza e perfeição. Povoou de seres luminosos o vasto céu e as alturas celestes, onde está seu reino. Criou então, a formosa deusa Jaci, a Lua, para ser a Rainha da Noite e trazer suavidade e encanto para a vida dos homens. Mais tarde, ele mesmo sucumbe ao seu feitiço e a toma como esposa. Jaci era irmã de Iara, a deusa dos lagos serenos.

Guaraci ou Quaraci na mitologia tupi-guarani é a representação ou deidade do Sol, às vezes compreendido como aquele que dá a vida e criador de todos os seres vivos, tal qual o sol é importante nos processos biológicos. Também conhecido como Coaraci. É identificado com o deus hindu Brahma e com o egípcio Osíris.

Yorixiriamori - Esse deus deixava as mulheres encantadas com seu canto,o que despertou a inveja nos homens,que tentaram matá-lo. O deus fugiu sob a forma de um pássaro. É um personagem do mito “A Árvore Cantante”, dos Ianomâmis. Essa árvore desapareceu depois da fuga da divindade.

Anhangá - Deus do inferno e inimigo de Tupã.Pode se transformar em vários animais, e quando aparece para alguém, é sinal de má-sorte.

Ceuci - Deusa protetora das lavouras e das moradias, seu filho Jurupari, mesmo nome de um peixe brasileiro, nasceu do fruto da Cucura-purumã, árvore que simboliza o bem e o mal na mitologia Tupi-guarani.

Akuanduba - Divindade dos índios araras, tocava a sua flauta para por ordem no mundo.

Wanadi - Deus dos iecuanas,ele criou três seres para gerarem o mundo. Os dois primeiros cometeram um erro, e criaram uma criatura defeituosa,que representa os males do mundo. O terceiro concluiu o ato da criação.

Yebá Bëló - Conhecida também como “A mulher que apareceu do nada”, é uma divindade do mito de criação dos índios dessanas.Segundo eles,os seres humanos surgiram das folhas de coca(ipadu), que ela mascava.

Via @Pedro Paulo Fonseca
De: História da Depressão
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