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Textos psicografados, romance, Umbanda, Espiritismo compõem a tônica do A Alma das Coisas.
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Annapon ( escritora e blogueira )

Romance Mediúnico

A Missão das Quatro Estações

Olá amigos leitores do "A Alma das Coisas"! O blog está com uma novidade, romance mediúnico totalmente gratuito. Esse é mai...

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

As entidades ciganas na Umbanda

Olá amigos!
Muitas pessoas, Umbandistas ou não, sentem atração pelo povo cigano, o chamado Povo das Estrelas que encanta pela beleza, alegria e magia.
Talvez parte desse encantamento se deva ao fato que todos nós, que cremos na reencarnação, quando nos sentimos atraídos de forma intensa por um povo, país, etc; no fundo de nossos corações sabemos que tivemos sim alguma ligação passada com tal cultura. Esse sentimento então cria vida dentro de nós e não raras vezes, sentimos muita saudade do nosso povo ancestral ou daquele ao qual pertencemos em nossa última encarnação. Talvez, aos médiuns de Umbanda que sintam forte atração pela cultura cigana, seja muito mais fácil e acessível o trabalho com as entidades dessa Linha de Atuação, porém, não significa que outros, que não sentem a mesma atração, não venham a trabalhar em parceria com as entidades ciganas.
Pelo texto abaixo, fica claro que os ciganos na Umbanda, obedecem às Leis Regentes da religião e, se por ventura mesclam às Leis de Umbanda, algo de sua cultura, será sempre de forma moderada que o farão, ou seja, buscarão sempre se adequar para realizar o trabalho ao qual foram convocados.
Assim como outros povos, o povo cigano encontrou na Umbanda, espaço de trabalho e evolução em parceria com os médiuns que lhes são mais afins, sempre, porém, em obediência às Leis que regulam e regem a religião de Umbanda. Isso significa que, por exemplo, evitarão mesclar seus hábitos culturais, como a leitura de mãos, preferindo a tal prática, outra que a substitua e seja mais adequada ao atendimento de caridade nos terreiros onde atuam.
Salve os Ciganos Lindos e amigos de Nossa Mãe da Luz Divina!
Annapon




São entidades que há muito tempo trabalham na Umbanda, mas normalmente se manifestam sob domínio da linha do oriente, entre outras. Isso é possível pelo fato da energia de trabalho ser a mesma, o que muda é a forma de manipular os fluídos, uma vez que os ciganos usam uma relação material, energética, elementar e natural, assim como o povo da esquerda, enquanto que o povo do Oriente manipula esses elementos através de seu magnetismo espiritual.

Sempre se faz necessário deixar claro que uma coisa é ‘Magia do Povo Cigano’, ou ‘Magia Cigana’, e outra coisa bem diferente são as Entidades de Umbanda que se manifestam nesta linha de trabalho. Existe uma pequena semelhança somente no poder da Magia, mas suas atuações são bem diferentes pois as Entidades de Umbanda trabalham sob domínio da Lei e dos Orixás, conhecem Magia como ninguém e, principalmente, não vendem soluções ou adivinhações.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Engambelo - o médium mistificado -

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Olá amigos!

Desde que comecei meu caminho pelas vias da espiritualidade, sempre ouvi falar sobre os cuidados que todo médium, sem exceção, deve ter com o seu dom, sendo a vaidade, o excesso de confiança e o desprezo pelo trabalho dos outros irmãos seus de jornada, as teclas insistentemente batidas pelos espíritos amigos.
Nenhum de nós, médiuns em atividade, seja essa atividade de qual natureza for, estamos imunes à mistificação ou ao assédio de espíritos descomprometidos com o bem. Todos estamos sujeitos a esse tipo de interferência, portanto, orar e vigiar nunca será demais, nem tampouco avaliar a si próprio quanto ao trabalho que vem desempenhando junto à espiritualidade e junto às pessoas, jamais será demais, antes sim é uma necessidade.
Não existe título ou condição, aqui na Terra, capaz de isentar quem quer que seja desse tipo de assédio e interferência, sendo assim, quem tem o dom deve por ele zelar, a fim de que não venha a se transformar em marionete divertida nas mãos daqueles que ainda não assimilam a Divina Presença em si próprios, vagando pelo espaço em estado de perturbação e sempre em busca de diversão fácil.
Cuidado, disciplina e exercício do bem, nesse e em muitos casos na vida, sempre ajudam muito.
Atentem ao texto! Ele é tudo aquilo que precisamos saber para nos mantermos em paz conosco, com a espiritualidade e com todos que nos cercam.
Annapon


A mistificação mediúnica ainda é proble­ma que requer minucioso estudo e análise isentos de qual­quer premeditação pessoal, porquanto nela intervém inúme­ros fatores desconhecidos aos próprios médiuns que são víti­mas desse fenômeno. A Terra ainda é um planeta em fase de ajuste geológico e de consolidação física; a sua instabilidade material é profundamente correlata à própria instabilidade espiritual de sua humanidade. Em conseqüência, ainda não podeis exigir o êxito absoluto no intercâmbio mediúnico entre os "vivos" e os "mortos", pois que depende muitíssimodo melhor entendimento evangélico que se puder manter nessas relações espirituais.Só os médiuns absolutamente credenciados no serviço do Bem, e assim garantidos pela sua sintonia à faixa vibratória espiritual de Jesus, é que real­mente poderão superar qualquer tentativa de mistificação partida do Além-Túmulo. Na verdade, os agentes das som­bras não conseguem interferir entre aqueles que não se des­cuidam de sua conduta espiritual e se ligam às tarefas desocorro e libertação dos seus irmãos encarnados.

A mistificação é fruto de circunstâncias naturais cria­das pelo medianeiro, ou do descuido daqueles que ainda ima­ginam a sessão espírita como um espetáculo para impressionar o público. O Espírito mistificador sempre aproveita o estado dealma, a ingenuidade ou a vaidade do médium para então mis­tificar. No entanto, podemos vos assegurar que a mistificação não acontece à revelia dos mentores do médium, embora eles não possam ou não devam intervir, tudo fazendo para que osseus intérpretes redobrem a vigilância e acuidade psíquica, a fim de se fortalecerem para o futuro.

Na verdade, a maioria das mistificações deve-se mais ao amor próprio exagerado, à preguiça mental, e também ao excesso de confiança dos médiuns no intercâmbio tão com­plexo e manhoso com o plano invisível, em que se abando­nam displicentemente à prática de sua faculdade mediúnica.


Ramatís - do livro MEDIUNISMO.


fonte: http://www.triangulodafraternidade.com/2012/02/engambelo-o-medium-mistificado.html

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

CARNAVAL!!! ATENÇÃO!!!!

Olá amigos!

Prestem atenção no texto abaixo! Umbandistas ou não, a recomendação vale para todos que apenas vêm no carnaval, uma data de descontração ou motivo para uma boa viagem relaxante!
A recomendação, aliás, vale para todos! Sabemos que algumas pessoas exageram, em todos os sentidos, nessa época. O problema reside ai, pois o conjunto de pensamentos e ações, afetam sim a todos que vivem no Brasil nessa época. É a chamada egregora, que no caso, devido aos pensamentos de teor não edificante, fica densa, difícil de lidar podendo provocar discussões desnecessárias, acidentes, nervosismo, etc.
Portanto, curta o feriado com responsabilidade e principalmente com respeito por si e pelos outros!
Annapon


CARNAVAL!!!

O carnaval e a quaresma são datas católicas e nossa umbanda tem muito do catolicismo.
Todos os dias são abençoados para o trabalho no terreiro.
A caridade não pode parar.
O que nos cabe neste período, como sempre, é a oração e a vigília.
Em tempos de carnaval predominam sobre a crosta terrestre vibrações densas de excessos nas comemorações do período.
É uma época de intenso trabalho para espiritualidade.
Por este motivo a maioria das casas realizam oferendas aos Exus para fortalecer a segurança ao trabalho durante as festividades do carnaval.
Devemos manter iluminado nossos anjos de guarda e redobrar a vigilância quantos as energias em nosso redor, então quando não estamos nos sentindo bem num lugar que lhe parece chato é melhor ir embora.
Podemos nos divertir, mas sendo criteriosos quanto ao tipo de local e atividades que frequentamos.
Bom comportamento e educação são essenciais.
BOA DIVERSÃO!!!

fonte: http://umbandainfantil.blogspot.com/

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Médiuns escravos!?

Olá amigos!


Como sempre, Mestre Ramatís nos fala fundo ao coração e nos convoca à reflexão. Confesso que nessa manhã, antes de chegar a ler o texto abaixo, me peguei pensando justamente na questão da imaturidade espiritual e na pouca valia de se frequentar um templo, seja lá de que religião for, sem realmente sentir, intimamente, a mensagem que lá recebemos nos convidando a sermos melhores a cada dia, mais solidários, responsáveis por nós mesmos.
Muita gente frequenta templos pelo simples fato de ter onde ir pelo menos uma vez por semana. Desperdiçando assim a grande chance de se fortalecer e usufruir do bem que ali se prega mesmo que, o pregador, seja apenas um aprendiz, como aliás, somos todos nós. Dentro dos templos ou casas espíritas e espiritualistas a questão não é diferente. Trabalhadores, frequentadores e teoricamente responsáveis, apresentam, não raras vezes, comportamentos incompatíveis com a Doutrina que dizem seguir, revelando, claramente, a insatisfação "velada" que lhes vai na alma, uma vez que o discurso habitual dessas pessoas é queixoso e irritadiço.
Mediunidade não é castigo! Antes sim é ferramenta que Deus nos empresta para o nosso bem e progresso, por extensão, é ferramenta que nos permite auxiliar o nosso próximo sempre dentro de nossas limitações e merecimento, tanto próprios, quanto do auxiliado.
Quem transforma a mediunidade em castigo ou punição é o próprio médium, quando esse é o caso. Descrente em si  mesmo, não vê senão obrigação onde na verdade existe benção. Imaturo, só deseja ser beneficiado sem esforço algum. Caprichoso, só consegue enxergar o seu universo de lamentações. Infantil, é vitima de tudo e de todos. Ignorante, não faz questão alguma de aprender pelo beneficio do estudo que hoje, mais que nunca, é acessível a todos.
Penso que Ramatís, pelo teor do texto abaixo, convoca os médiuns sérios e responsáveis, a estarem alertas, não permitindo que irmãos de fé que estejam em semelhantes condições os contagiem ou desestimulem na edificação do caminho evolucionista.
Logicamente, ninguém é obrigado a nada. Mesmo sendo médium em potencial e tendo aceito o dom antes da presente encarnação, a obrigatoriedade mediúnica, de alguma forma, cerceia o livre arbítrio do ser, porém, e sempre há um porém em quase tudo, caso o médium não queira ou coloque muitos impedimentos no cumprimento do chamado que lhe chega, terá, inevitavelmente, que responder a quem de direito, do lado de lá, sobre sua negligencia. Em muitos casos, relatados pela espiritualidade, os "desertores" retornam a carne com sobrecarga de mandato, ou seja, retornam a vida única e exclusivamente para cumprir a missão negligenciada. Um bom exemplo, mesmo que hipotético, porque cada caso é único, são aquelas pessoas que dedicam a vida à religião, ao sacerdócio, etc. Muito provavelmente essas pessoas retornaram a fim de cumprirem, e dessa vez integralmente, seus mandatos mediúnicos mesmo dentro das religiões ou filosofias que dizem não aceitar a mediunidade.
Fica o alerta! Cuide bem do dom que Deus lhe concedeu, identifique o tipo do dom que lhe foi emprestado e utilize-o pelo seu bem, pelo bem dos seus e dos outros.
E com voces, segue abaixo, Nosso Querido Mestre Ramatís!
Namastê!
Annapon






No processo cármico reencarnatório, o alto não usa de uma só medida para todos os casos de retificação espiritual. Comumente, aqueles que mais se queixam ou se rebelam no cumprimento de suas obrigações mediúnicas só demonstram a sua qualidade inferior espiritual, pois os seres de melhor estirpe são corajosos, resignados e otimistas em qualquer situação da vida. Os primeiros vivem sem ânimo e sem ideal, refletindo na fisionomia sempre amargurada o fracasso prematuro dos seus empreendimentos cotidianos. Atravessam a vida física à maneira de sentenciados infelizes, cujos deveres espirituais eles transformam em punições imerecidas. Então, contagiam os mais débeis mediante seu incessante pessimismo. Renascem na carne prometendo socorrer e confortar os mais desgraçados, mas, infelizmente, invertem o seu programa espiritual e terminam requerendo o conselho, o auxílio e a assistência alheia para se manterem até o final de sua azeda existência física. Embora sejam receptivos aos fenômenos do mundo espiritual e sintam o apelo constante dos seus amigos invisíveis, eles se furtam às promessas feitas no Espaço e fogem dos ambientes que possam convocar-lhes os serviços mediúnicos tão detestados. Incuráveis pela sua teimosia, obrigam os seus guias a assediá-los com fluidos dos espíritos mais rudes e coercivos, a fim de mantê-los na proximidade da área espírita e provê-los de conselhos ou advertências corretivas. Em sua estultícia e rebeldia, lembram a figura do boi que só avança sob o aguilhão do boiadeiro.


Esses espíritos quase sempre tomam a graça da mediunidade concedida pelo Alto, para fins de renovação moral, à guisa de penoso fardo de amarguras e sofrimentos, que mal suportam no mundo material. Tudo o que os cerca e os incomoda é esmiuçado em detalhes melodramáticos e sentimentalismos suspirosos; apregoam o seu drama de desenvolvimento mediúnico como um acontecimento incomum no mundo. Vencidos pelo desânimo, indolentes e avessos ao estudo, eles passam pela vida física quais escravos algemados à fonte do seu próprio bem.




Ramatís - do livro Mediunidade de Cura

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

AR - CORPO MENTAL - A força do pensamento -



 



Um dos mais guardados segredos é o poder do pensamento. Você cria aquilo que pensa. Pensando em alguém ou em alguma coisa, cria-se uma forma de pensamento que é passada para a atmosfera. Este é o segredo, pensamentos podem ser materializados.

Mary Dean Atwood é uma xamã contemporânea. Fez doutorado em Psicologia Clínica na Universidade do Novo México e estudou com vários curadores nativos e no seu livro " Spirit Healing" fundamenta o poder do pensamento no xamanismo.

Os nativos realizam o poder de orar. Pelo orar passam pensamentos até as palavras com intensidade. Eles aumentam a densidade de matéria que fazem a forma pensamento. Esta matéria na volta atrai partículas do mesmo nível vibratório, até que o objeto é formado ou materializado. Se você pensa com emoção, partículas de forma pensamento rapidamente viajam grandes distâncias.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Qual é a maior provação da mediunidade?

RAMATÍS - catálogo completo: 
...a verdade é que os mentores siderais só concedem a faculdade mediúnica para os espíritos que se prontificam a cumprir, leal e corretamente, na Terra, todos os preceitos e as normas necessárias para um aproveitamento espiritual a seu favor e da humanidade. No entanto, eles não podem prever a ganância, a vaidade, a subversão ou desonestidade dos seus pupilos quando, depois de encarnados, se deixam fascinar pelas tentações, vícios e convites pecaminosos que os fazem fracassar na prova da mediunidade. Os espíritos endividados rogam aos técnicos siderais a sua hipersensibilização perispiritual, para então desempenharem um serviço mediúnico que os faça ressarcirem-se de seus débitos clamorosos do passado. Em geral, depois de encarnados, deixam-se influenciar pelas vozes melífluas dos habitantes das Trevas e passam a comerciar com a mediunidade à guisa de mercadoria de fácil colocação. Sem dúvida, quando percebem sua situação caótica espiritual, já lhes falta a condição moral e o potencial de vontade para o seu reerguimento ante o abismo perigoso.



Ramatís - do livro Elucidações do Além.




quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Ferramentas importantes para a Umbanda

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Axé turma!
 Não conheço, aliás, nem imagino que exista um terreiro de Umbanda que não utilize a Pemba, seja ela usada nos assentamentos e firmezas, nos pontos riscados e cruzamentos de médiuns, seja em forma de pós e amacis, nos rituais e cerimoniais como batismo, casamento, conversão religiosa… Enfim, a Pemba é um dos elementos mais importantes para um Terreiro e todo o trabalho espiritual/magístico que ele realiza.

Um caso de amarração (conto de Vovó Cambinda da Guiné )



Um caso de amarração ( conto de Vovó Cambinda da Guiné )

Era um dia comum de atendimento no terreiro onde Vovó e sua médium trabalhavam.
Entre um atendimento e outro, Vovó chamou seu Cambone para conversar, estabelecendo o seguinte diálogo:

- Meu filho, ouça bem! Daqui a alguns dias atenderemos uma pessoa que virá pedir à nega que faça um trabalho de amarração. Fique atento e preste muita atenção! Quero que não julgue a pessoa, nem a mande embora, deixe que a nega cuide dela. O que você vai fazer é só prestar atenção no atendimento sem julgar ou pensar mal da pessoa. Estamos entendidos?
- Sim Vó. – respondeu o Cambone ressabiado, porém, acrescentando: -
- Só queria dizer uma coisa Vó, se me permite.
- Pode falar.
- Nosso terreiro é proibido de realizar trabalhos assim. Até mesmo de atender pessoas que venham com tal pedido não é permitido. Como faremos então? Isso pode me complicar com o chefe Vó.
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