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quinta-feira, 7 de julho de 2011

Pensamentos de Allan Kardec e comentários de Annapon




Allan Kardec,
escrevera sobre a sua bandeira estas palavras: Trabalho, solidariedade, tolerância. Sejamos, como ele, infatigáveis; sejamos, segundo os seus desejos, tolerantes e solidários, e não temamos em seguir o seu exemplo repondo vinte vezes entre as mãos os princípios ainda discutidos. Apelamos a todos os concursos, a todas as luzes. Tentaremos avançar com certeza antes que com rapidez, e os nossos esforços não serão infrutíferos, se, como disso estamos persuadidos, e como lhe seremos os primeiros a dar o exemplo, cada um se empenhar em cumprir o seu dever, colocando de lado toda questão pessoal para contribuir ao bem geral.


Observação de Annapon:
É lamentável observar que nos grupos espíritas e espiritualistas, ou ainda, em tantos outros que se reúnem pela mesma fé, tais observações, tão sérias e necessárias ao bom andamento dos trabalhos aos quais se propõem, sejam meramente palavras ditas ao vento. Vemos muito poucos as praticarem, porém, há os que as praticam com sinceridade de coração. Triste constatar que sejam poucos.


Nascido na religião católica, mas estudante em um país protestante, os atos de intolerância que ele teve que sofrer a esse respeito, lhe fizeram, em boa hora, conceber a idéia de uma reforma religiosa, na qual trabalhou no silêncio durante longos anos, com o pensamento de chegar à unificação das crenças; mas lhe faltava o elemento indispensável para a solução desse grande problema.


Observação de Annapon:
Kardec tinha um sonho. E esse sonho era o de reunir, sob a mesma bandeira, todas as religiões. Sem se importar com a forma, mas sim com a essência de cada uma, pois já compreendia que todas as formas levavam ao mesmo fim. Triste constatar a intolerância religiosa por alguns seres humanos que pensam ser espíritas, porém, longe se encontram da real mensagem do Codificador de sua Doutrina.
Melhor é saber que muitos o compreendem e praticam não apenas seus pensamentos, mas já desenvolveram a consciência que nos une e reúne, em torno do banquete farto de Jesus que é todo o bem, a paz, a tolerância e por fim o amor que haveremos de um dia, desenvolver em nós.


De 1835 a 1840, fundou, em seu domicílio, à rua de Sèvres, cursos gratuitos, onde ensinava química, física, anatomia comparada, astronomia, etc.; empreendimento digno de elogios em todos os tempos, mas sobretudo numa época em que um bem pequeno número de inteligências se aventurava a entrar nesse caminho.


Observação de Annapon:
Kardec, em 1835, já compartilhava conhecimentos sem remuneração e sem perguntar sobre a religião a qual pertenciam seus alunos. Apenas possuia a consciência clara do compartilhar que em si é uma das maiores caridades que podemos prestar aos nossos semelhantes, porém, sem orgulho, soberba ou vaidade, do contrário não seria caridade, seria interesse.


"Em lugar do princípio: Fora da Igreja não há salvação, que entretém a divisão e a animosidade entre as diferentes seitas, e que fez derramar tanto sangue, o Espiritismo tem por máxima: Fora da Caridade não há salvação, quer dizer, igualdade entre os homens diante de Deus, a tolerância, a liberdade de consciência e a benevolência mútua.


Observação de Annapon:
Quem dera todos os que ostentam a bandeira de uma religião, Doutrina, seita, ou seja lá que rótulo for, seguissem, em seu coração e consciência, essa sublime orientação.


Conclusão:


Estamos caminhando a passos muito lentos rumo à evolução e ao progresso, porém, estamos tentando caminhar. De alguma forma estamos nos esforçando, nós, que cremos no Poder de Deus, no amor de Jesus e na presença da espiritualidade benfeitora em nossas vidas, mas, e os que não crêem, não meditam, nem tampouco pensam sobre o assunto. Será que estão "condenados" ao eterno inferno ou à infelicidade?
Penso que não. Sei que muitos ateus e não seguidores de religião alguma são pessoas muito melhores e mais dignas do amor de Deus que muitos religiosos ou seguidores de Doutrinas e Seitas que se dizem Cristãos.


Annapon ( apenas a título de meditação ), sem com isso me excluir de tal necessidade e revisão de posturas e conceitos.

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