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O Blog "A Alma das Coisas", tem por objetivo principal, postar textos espiritualistas/espíritas.
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Grata,
Annapon

domingo, 24 de abril de 2011

Mensagem do Sr. Tranca Ruas das Almas



Salve.
Sou falangeiro de Ogum, mas me chamam de tantos nomes...
Tem gente que só de ouvir o meu nome já “treme” na base, outros riem sem entender o significado do nome, porém, nomes são símbolos e o meu significa, resumidamente, aquele que bloqueia, impedindo os espíritos de seguirem por caminhos inadequados, gostem eles ou não. Eu cumpro a Lei e promovo a Ordem na Terra e no Astral.
Sou um espírito que lidera uma falange que usa o mesmo nome que eu e isso acontece por questões de afinidade e também por determinação da Lei de Umbanda no Astral.
Isso não significa que somos todos iguais, somos indivíduos que apenas usam o mesmo nome.
Ainda tem gente por ai que acredita no Diabo e quando ouve falar em Exu, Tranca Ruas e outros logo ligam o nosso nome ao ser maligno que nada mais é que a maldade que vive no coração do homem, portanto, ele existe dentro daqueles que desconhecem o bem e estão afastados de Deus.
Grande parte desse folclore, dessa crença sem fundamento, se deve ao fato de o comércio, ávido pelo dinheiro, ter criado a partir de uma mentalidade doentia qualquer, imagens grotescas de nós e das moças que são nossas parceiras. Colocaram grandes chifres em nossas cabeças e em nossas mãos tridentes espetaculares, fazendo cair no ridículo a nossa imagem. Sem dizer que tingem de vermelho escarlate o corpo dessas pobres imagens como se tivessem acabado de sair do inferno para o mundo.
Diante de tal apresentação, até consideramos normal que as pessoas se iludam e acreditem que somos mesmo assim, uma vez que essas imagens são vistas por médiuns que não educaram a sua mediunidade, ficando expostos a toda criação mental que existe vagando ao redor da Terra, fruto do medo secular incutido por algumas religiões que se valem do medo para controlar seus fiéis. Essas imagens são criadas pelas mentes humanas e são projetadas no espaço, ficam soltas a vagar, uma vez captadas, assustam e o médium negligente acaba por acreditar que tais aberrações sejam reais.
Eu afirmo a vocês, porém, Umbandistas interessados em desvendar o mistério Exu, que não somos assim e se quiserem nos conhecer, basta olharem para si mesmos.
Se nos apresentamos, às vezes, vestindo nossas capas, chapéus, botas e outro tipo de indumentária usada na Terra, é porque trabalhamos com espíritos ainda extremamente materializados e a forma faz parte do material que usamos para cumprir a nossa missão.
Esqueçam as imagens bizarras e aprendam a não nos temer. Somos trabalhadores como qualquer outro e contamos com vocês, médiuns esclarecidos e de boa vontade, para nos auxiliarem na árdua tarefa de desmistificar o nosso trabalho e a nossa imagem.
Há uma nova Umbanda florescendo e vocês, filhos de fé, são as mais belas flores desse novo jardim que estamos construindo.
Estejam alertas e atentos. Não relutem em derrubar velhos conceitos. Tudo muda a todo instante.
Acompanhem as mudanças e sejam felizes.

Tranca Ruas das Almas – Annapon em 23.04.2011

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LANÇAMENTO

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LANÇAMENTO JULHO - 2012 - Sinopse: Raras obras terão conseguido, como esta, oferecer um painel tão completo, nos dois lados da vida, do delicado complexo que é um centro umbandista dedicado à verdadeira caridade. Pai Inácio é o guia-chefe responsável pela criação e expansão de um terreiro, nos primórdios da umbanda, logo após o advento do Caboclo das Sete Encruzilhadas através de Zélio de Moraes. Ele e Mãe Joana, personagens já conhecidos do público após o sucesso da obra A História de Pai Inácio, são mentores dessa casa. Na estruturação do templo, vão sendo introduzidas as diversas linhas da umbanda. São os pais e mães velhos, com sua sabedoria, os caboclos, as crianças, e finalmente, para grande espanto dos encarnados, os guardiões ou exus e as pombas-giras – estes, vistos com a desconfiança habitual dos que desconhecem sua verdadeira natureza. A cada um deles, as elucidações de Pai Inácio são claras e precisas, valendo por um manual de entendimento da atuação dessas falanges. Paralelamente, a narrativa vai desdobrando, no plano material, percalços e figuras típicos. A cura da vaidade mediúnica de um líder, a desonestidade de quem lucra com trabalhos espirituais junto com líderes das Trevas, o papel transformador de uma doença, a preparação de uma médium-chefe do terreiro, a sensitiva desarmonizada que foge do compromisso mediúnico, e muitos outros – um painel didático dos problemas típicos do universo mediúnico. Acrescentam-se casos de atendimento espiritual que tipificam obsessões e a respectiva explicação cármica. Inestimável contribuição a trabalhadores e estudiosos da Espiritualidade, esta obra, de forma envolvente e agradável, é precioso compêndio prático sobre os bastidores do universo umbandista.

Lançamento da Obra " A Cabana de Pai Inácio"

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noite de autógrafos - 13.08.2012 - Terreiro Tio Antonio - Curitiba - PR -

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Sinopse: Todos temos uma história. Nascer, viver, morrer e nascer novamente é a roda da vida. Quem de nós conhece suas vidas passadas? Quem pode afirmar os porquês dos nossos sofrimentos, das dores, das doenças? Só há uma certeza: somos a colheita da semeadura de outrora. Esta abordagem, ainda tão mal compreendida no dia-a-dia, quando estamos aprisionados num corpo de carne, é aqui retratada com clareza por Pai Inácio, entidade atuante na seara espírita que utiliza a roupagem perispiritual de um preto velho nos trabalhos de umbanda. Nas idas e vindas de suas encarnações, da soberba à humildade, ele trilhou um árduo e pedregoso caminho: fez muitos sofrerem, reincidiu nos erros, desesperou-se, e somente depois de muito sofrer para conseguir sair da escuridão do mais denso Umbral é que conheceu o amor verdadeiro que une as almas na eternidade. Relatando suas ricas experiências de espírito endividado, Pai Inácio nos ensina com riqueza de detalhes que nada passa despercebido perante às leis divinas.

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Sinopse: Fernando é filho único de um casal problemático. Assim que veio ao mundo, Fernando foi imediatamente rejeitado por seu pai que, ao tomá-lo nos braços pela primeira vez, se sentiu desconfortável com a presença do recém-nascido. Helena, sua mãe, só veio a conhecer este desconforto que Carlos, seu marido, sentia pelo filho, anos mais tarde. Ela atribuía à profissão de Carlos o fato de ele ser sempre muito rígido, ausente e distante de Fernando. Carlos era militar e a vida profissional o privava de maior convívio com a família. Helena, diante da situação, passa boa parte de sua vida se dedicando exclusivamente ao filho até que o desconforto inicial de Carlos por Fernando passa a ser intolerância culminando este sentimento na separação do casal. Fernando se sente culpado e, de alguma forma, tenta sanar o mal que pensava ter causado aos pais decidindo também ele por seguir a carreira militar, dedicando-se totalmente a este objetivo até conhecer Clara e por ela se apaixonar. O romance do filho abala Helena profundamente e, a partir daí, fatos se sucedem nos quais o ciúme da mãe, antes não manifestado, eclode como fosse algo já há muito conhecido e poderoso. Helena tenta de todas as formas separar seu filho da mulher amada armando as mais vis e desumanas ciladas para a moça até que ela própria se torne vitima de seus atos vindo a adoecer seriamente.